TRATAMENTOS PARA PEDRAS NA
VESÍCULA
O tratamento pode ser feito com o
uso de medicamentos
(dissolvendo as pedras) ou
através de cirurgia para a retirada
da vesícula (colecistectomia).
Existem medicamentos que
atuam dissolvendo o cálculo
biliar, e sem dúvida, o uso deles
deveria ser a primeira opção de
tratamento nos casos em que não
existe gravidade ou risco de
complicações.
Muitas vezes, os ótimos
resultados financeiros obtidos
com as cirurgias (colecistectomia
por laparoscopia), fazem com que
a retirada cirúrgica das pedras na
vesícula sejam normalmente a
primeira recomendação adotada
por muitos médicos. A remoção da
vesícula biliar já é uma das
cirurgias mais praticadas no
Brasil, e a maioria delas é
realizada por via laparoscópica. O
termo médico para este
procedimento é colecistectomia
videolaparoscópica, onde a
operação é realizada através de
quatro pequenos orifícios de 0,5
cm no abdomen e geralmente o
paciente fica um dia internado no
hospital e retorna às atividades
normais em 10 a 15 dias.
Na maior parte dos casos as
pedras na vesícula são
assintomáticas e os pacientes
geralmente nem sabem que estão
com o problema. Em mais de 80%
destes casos, o paciente só
descobre que está com pedra na
vesícula quando sente uma cólica
biliar. Atualmente existe
tratamento com medicamentos
eficientes, rápidos e baratos.
Porém, infelizmente, ainda é
enorme o número de pessoas que
são operadas indevidamente e
sem a real necessidade.
Em alguns casos, os sintomas
invocados para justificar uma
cirurgia (azia, desconforto e
enfartamento do estômago,
vómito cíclico etc.), nem sempre
são causadas pelas pedras e
muitas vezes reaparecem depois
da operação.
O exame de escolha para o
diagnóstico normalmente é a
ultra-sonografia. A partir do
diagnóstico de pedra na vesícula,
deve-se avaliar a melhor opção
de tratamento.
Nos pacientes assintomáticos
que encontram uma pedra
acidentalmente em exames de
rotina, em geral a conduta é sem
o uso de cirurgia. Trabalhos
mostram que menos de 15% das
pessoas com pedras
assintomáticas desenvolvem
sintomas em um prazo de 10
anos. E as que desenvolvem, o
fazem como cólica biliar, e não
colecistite ou outras das
complicações possíveis.
Portanto, a não ser que haja
outros dados na história clínica,
não se deve levar para cirurgia
pacientes com colelitíase
assintomática.
Um produto medicinal natural
que dissolve os cálculos biliares
(pedras na vesícula) é o
ROWACHOL. Trata-se de um
medicamento fitoterápico
produzido pela ROWA, um
laboratório europeu muito
conceituado. Apesar do
tratamento ser um pouco mais
longo (normalmente 6 meses a 1
ano), normalmente os pacientes
tratados com este medicamento
dificilmente voltam a apresentar
o problema. É importante
salientar que devido ao produto
ser a base de óleos naturais, não
possui contra-indicações e não
causa efeitos colaterais.
Nos casos de colangite ou
pancreatite, o procedimento é
cirúrgico com desobstrução da via
biliares. Retira-se também a
vesícula no mesmo ato cirúrgico
para evitar recorrências.
Existe uma substância chamada
de ácido ursodeoxicólico que
também dissolve cálculos biliares
(pedras na vesícula), mas esta
droga possui algumas contra-
indicações e pode ocasionar
efeitos colaterais, devendo ser
utilizada apenas sob
acompanhamento médico. Muitas
vezes o tratamento com este
medicamento não resolve o
problema definitivamente,
ocorrendo a reincidência do
problema após um longo período
sem uso. É importante lembrar
que ao contrário dos produtos
naturais, para o uso de
medicamentos alopáticos é
imprescindível a prescrição,
orientação e acompanhamento
de profissionais da área de saúde.
Apesar de totalmente contra-
indicada, devido aos possíveis
efeitos colaterais que pode
ocasionar, existe ainda a opção
pelo tratamento com ondas de
choque (litotripsia), semelhante
ao feito com o cálculo renal.
A cirurgia está indicada apenas
nos seguintes casos:
• Paciente com sintomas graves o
bastante para interferir com sua
rotina diária.
• Paciente que apresentou
alguma complicação devido à
presença dos cálculos.
• Paciente que possui algum fator
que aumente seu risco de
desenvolvimento de
complicações.
NO CASO DE CIRURGIA: POSSO
VIVER BEM SEM A VESÍCULA
BILIAR?
Conforme alertamos nos
parágrafos acima, o tratamento
normalmente pode ser feito com o
uso de medicamentos
(dissolvendo as pedras), mas no
caso de cirurgia para a retirada da
vesícula (colecistectomia),
algumas informações são
importantes e necessárias aos
pacientes.
Sabemos que é perfeitamente
possível viver sem a vesícula
biliar, pois a bile, como já
explicamos, é produzida no
fígado. Durante os primeiros anos
após a cirurgia, há alguma
intolerância a alimentos mais
gordurosos, mas com o passar do
tempo os pacientes geralmente
se adaptam e não necessitam de
restrição alimentar muito
rigorosa. Em alguns poucos casos
(aproximadamente 5%) o
paciente fica com o hábito
intestinal mais rápido (intestino
solto), o que pode causar algum
desconforto momentâneo, mas na
maioria dos casos melhora um
pouco a longo prazo.
AVISO: O mais importante é
que as pessoas busquem
informação, conheçam as
opções de tratamento que
podem ser utilizadas e
juntamente com um
profissional de sua confiança
iniciem o quanto antes o seu
tratamento.
O bom profissional que atende
a pacientes com cálculos
biliares em sua prática clínica
deve conhecer as diversas
formas de tratamento e
constantemente atualizar
seus conceitos a fim de
oferecer o melhor para cada
caso em particular.
IMPORTANTE: Declinamos toda e
qualquer responsabilidade legal
advinda da utilização das
informações aqui acessadas. O
site pedranavesicula.com.br não
possui nenhum vínculo com
laboratórios farmacêuticos ou
com fabricantes de
medicamentos em geral. Todas as
informações contidas neste site,
tem por objetivo a informação,
divulgação e educação acerca do
tema pedra na vesícula. Este
artigo expressa tão somente o
ponto de vista de profissionais da
área de saúde e de seus
respectivos autores.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O QUE É HÉRNIA?DR.DRAUZIO VARELLA
Hérnia é a protusão, ou seja, o
escape parcial ou total de um ou
mais órgãos por um orifício que se
abriu, por má formação ou
enfraquecimento, nas camadas
de tecido protetoras dos órgãos
internos do abdome.
Tipos mais frequentes de hérnia:
a) Hérnias epigástricas –
aparecem na linha média do
abdome, como resultado do
afastamento dos músculos retos
abdominais, dois músculos
localizados na parte anterior e
central do abdome;
b) Hérnias umbilicais ou
paraumbilicais – aparecem em
volta do umbigo e são geralmente
causadas pela passagem de
alguma alça intestinal através do
tecido muscular. Sua incidência é
maior nos bebês e podem
desaparecer espontaneamente;
c) Hérnias inguinais – surgem na
virilha (zona de junção entre a
coxa e a parte inferior do
abdome). Nos homens, pode
estender-se até os testículos
provocando a hérnia
inguinoescrotal. Na grande
maioria dos casos, a cirurgia é o
único tratamento indicado para
esse tipo de patologia.
Sintomas
Quando pequenas, as hérnias
podem não apresentar sinais
externos além do inchaço na área
por ela afetada. No entanto, se a
abertura no tecido muscular e a
protusão aumentarem, a dor pode
ser contínua ou intermitente e
sua tendência é agravar-se com
atividades que pressionem a
parte inferior do abdome, como
esforço para evacuar, tossir,
levantar peso ou, ainda, se a
pessoa permanecer em pé por
período prolongado.
A hérnia pode manifestar-se num
momento, desaparecer
espontaneamente e voltar a
manifestar-se de novo. Às vezes,
porém, ficam estranguladas, isto
é, as alças intestinais não
retornam à posição normal.
Quando isso acontece, há um
bloqueio da circulação sanguínea
na parte do tecido em que ocorreu
a protusão. Nesse caso, além da
dor, surgem náuseas e vômitos.
Na presença desses sintomas,
procure imediatamente
assistência médica.
Advertência
Normalmente, as pessoas
referem-se à hérnia toda vez que
sentem dor no baixo abdome após
levantarem algum peso. Na
maioria dos casos, porém, não se
trata de hérnia já que sua
principal característica é a
ocorrência de inchaço.
Se perceber inchaço no abdome,
acompanhado ou não de dor,
procure assistência médica.
escape parcial ou total de um ou
mais órgãos por um orifício que se
abriu, por má formação ou
enfraquecimento, nas camadas
de tecido protetoras dos órgãos
internos do abdome.
Tipos mais frequentes de hérnia:
a) Hérnias epigástricas –
aparecem na linha média do
abdome, como resultado do
afastamento dos músculos retos
abdominais, dois músculos
localizados na parte anterior e
central do abdome;
b) Hérnias umbilicais ou
paraumbilicais – aparecem em
volta do umbigo e são geralmente
causadas pela passagem de
alguma alça intestinal através do
tecido muscular. Sua incidência é
maior nos bebês e podem
desaparecer espontaneamente;
c) Hérnias inguinais – surgem na
virilha (zona de junção entre a
coxa e a parte inferior do
abdome). Nos homens, pode
estender-se até os testículos
provocando a hérnia
inguinoescrotal. Na grande
maioria dos casos, a cirurgia é o
único tratamento indicado para
esse tipo de patologia.
Sintomas
Quando pequenas, as hérnias
podem não apresentar sinais
externos além do inchaço na área
por ela afetada. No entanto, se a
abertura no tecido muscular e a
protusão aumentarem, a dor pode
ser contínua ou intermitente e
sua tendência é agravar-se com
atividades que pressionem a
parte inferior do abdome, como
esforço para evacuar, tossir,
levantar peso ou, ainda, se a
pessoa permanecer em pé por
período prolongado.
A hérnia pode manifestar-se num
momento, desaparecer
espontaneamente e voltar a
manifestar-se de novo. Às vezes,
porém, ficam estranguladas, isto
é, as alças intestinais não
retornam à posição normal.
Quando isso acontece, há um
bloqueio da circulação sanguínea
na parte do tecido em que ocorreu
a protusão. Nesse caso, além da
dor, surgem náuseas e vômitos.
Na presença desses sintomas,
procure imediatamente
assistência médica.
Advertência
Normalmente, as pessoas
referem-se à hérnia toda vez que
sentem dor no baixo abdome após
levantarem algum peso. Na
maioria dos casos, porém, não se
trata de hérnia já que sua
principal característica é a
ocorrência de inchaço.
Se perceber inchaço no abdome,
acompanhado ou não de dor,
procure assistência médica.
O QUE É PANGASTRITE ENANTEMATOSA ?
Pangastrite Enantematosa é uma
inflamação da mucosa (parede)
no caso o antro gástrico. O
tratamento é afastar o agente
causador.
Pangastrite Enantematosa é
quando toda a mucosa do
estômago se encontra inflamada-
denominamos de Leve, Moderada
e Intensa e aguda. A causa
geralmente é medicamentosa,
infecciosa, alimentar, etc. O
tratamento consiste em afastar o
agente causador, fazer dieta e
tomar o medicamento adequado.
A dieta é abster-se
temporariamente de frutas
cítricas, refrigerantes, álcool,
fumo
inflamação da mucosa (parede)
no caso o antro gástrico. O
tratamento é afastar o agente
causador.
Pangastrite Enantematosa é
quando toda a mucosa do
estômago se encontra inflamada-
denominamos de Leve, Moderada
e Intensa e aguda. A causa
geralmente é medicamentosa,
infecciosa, alimentar, etc. O
tratamento consiste em afastar o
agente causador, fazer dieta e
tomar o medicamento adequado.
A dieta é abster-se
temporariamente de frutas
cítricas, refrigerantes, álcool,
fumo
SEPURIN
Sepurin é utilizado mais para
diminuir a ardencia causada pela
infecção urinária, mas não mata
os microorganismos que causam
a doença. Ele é apenas um
analgésico urinário.
Os médicos geralmente
prescrevem o Sepurim em
conjunto com antibiótico, que é
fundamental.
diminuir a ardencia causada pela
infecção urinária, mas não mata
os microorganismos que causam
a doença. Ele é apenas um
analgésico urinário.
Os médicos geralmente
prescrevem o Sepurim em
conjunto com antibiótico, que é
fundamental.
SERTRALINA
O que é ?
A sertralina é um antidepressivo
inibidor específico da recaptação
da serotonina.
Para que serve ?
Suas principais indicações são
para o tratamento da depressão e
do transtorno obsessivo-
compulsivo.
Como é usado ?
Geralmente da dose de 50mg por
dia costuma ser suficiente, menos
do que isso não costuma ser
usado. Quando necessário a dose
diária pode se elevar até 200mg
por dia. Como os comprimidos têm
50mg fica fácil fracionar a dose ao
longo do dia. Deve-se tomar
preferencialmente pela manhã.
Principais efeitos colaterais
Tonteiras e enjôo são os
principais efeitos colaterais, além
desses os outros que mais
perturbam são: palpitações
(batimentos do coração
desconfortáveis), insônia,
inquietação, dores de cabeça,
cansaço, retardo da ejaculação,
tremores, aumento da quantidade
de suor.
Considerações importantes
Não deve ser usada nas seguinte
situações: primeiro trimestre de
gestação, uso de tranilcipromina
ou outro IMAO irreversível,
alergia a sertralina. Pacientes
com prejuízo da função do fígado
devem ter a dose diminuída. No
início do tratamento com o
sercerin os pacientes epiléticos
devem ter algum cuidado
especial.
Efeitos na Gestação
Várias trabalhos confirmam a
segurança do uso da fluoxetina
durante a gestação (qualquer fase
da gestação) e amamentação,
não elevando o risco de má
formações fetais, nem
precipitando o parto, nem
causando prejuízos aos lactentes
em uso de leite materno de mães
tratadas com fluoxetina. O
acompanhamento das crianças
até os 5 anos de idade, cujas
mães fizeram uso de fluoxetina
durante a gestação, não
mostraram prejuízos sobre a
inteligênica, o desenvolvimento
da linguagem, o temperamento
pré-escolar. Já nas crianças cujas
mães estavam deprimidas e não
fizeram uso de nenhuma
medicação constatou-se
prejuízos no desenvolviemnto da
linguagem, esses resultados,
contudo, precisam ser
confirmados. A fluoxeitna
ultrapassa a barreira placentária
em proporções lineares com a
dose que a mãe toma, mas em
níveis bem inferiores ao da mãe.
A sertralina é um antidepressivo
inibidor específico da recaptação
da serotonina.
Para que serve ?
Suas principais indicações são
para o tratamento da depressão e
do transtorno obsessivo-
compulsivo.
Como é usado ?
Geralmente da dose de 50mg por
dia costuma ser suficiente, menos
do que isso não costuma ser
usado. Quando necessário a dose
diária pode se elevar até 200mg
por dia. Como os comprimidos têm
50mg fica fácil fracionar a dose ao
longo do dia. Deve-se tomar
preferencialmente pela manhã.
Principais efeitos colaterais
Tonteiras e enjôo são os
principais efeitos colaterais, além
desses os outros que mais
perturbam são: palpitações
(batimentos do coração
desconfortáveis), insônia,
inquietação, dores de cabeça,
cansaço, retardo da ejaculação,
tremores, aumento da quantidade
de suor.
Considerações importantes
Não deve ser usada nas seguinte
situações: primeiro trimestre de
gestação, uso de tranilcipromina
ou outro IMAO irreversível,
alergia a sertralina. Pacientes
com prejuízo da função do fígado
devem ter a dose diminuída. No
início do tratamento com o
sercerin os pacientes epiléticos
devem ter algum cuidado
especial.
Efeitos na Gestação
Várias trabalhos confirmam a
segurança do uso da fluoxetina
durante a gestação (qualquer fase
da gestação) e amamentação,
não elevando o risco de má
formações fetais, nem
precipitando o parto, nem
causando prejuízos aos lactentes
em uso de leite materno de mães
tratadas com fluoxetina. O
acompanhamento das crianças
até os 5 anos de idade, cujas
mães fizeram uso de fluoxetina
durante a gestação, não
mostraram prejuízos sobre a
inteligênica, o desenvolvimento
da linguagem, o temperamento
pré-escolar. Já nas crianças cujas
mães estavam deprimidas e não
fizeram uso de nenhuma
medicação constatou-se
prejuízos no desenvolviemnto da
linguagem, esses resultados,
contudo, precisam ser
confirmados. A fluoxeitna
ultrapassa a barreira placentária
em proporções lineares com a
dose que a mãe toma, mas em
níveis bem inferiores ao da mãe.
VERAPAMIL
O que é ?
O verapamil é um
bloqueador de canal de cálcio.
Para que serve ?
O verapamil é um remédio usado
para tratar hipertensão arterial,
mas, casualmente, foi detectada
sua eficácia em pacientes com
exaltação do humor ( mania),
sendo portanto útil para o
transtorno afetivo bipolar (antiga
PMD). Essa medicação pode ser
especialmente útil para tratar os
pacientes psiquiátricos com o
distúrbio acima e que sejam ao
mesmo tempo hipertensos; assim
seria possível, em tese, tratar dois
problema
O verapamil é um
bloqueador de canal de cálcio.
Para que serve ?
O verapamil é um remédio usado
para tratar hipertensão arterial,
mas, casualmente, foi detectada
sua eficácia em pacientes com
exaltação do humor ( mania),
sendo portanto útil para o
transtorno afetivo bipolar (antiga
PMD). Essa medicação pode ser
especialmente útil para tratar os
pacientes psiquiátricos com o
distúrbio acima e que sejam ao
mesmo tempo hipertensos; assim
seria possível, em tese, tratar dois
problema
domingo, 18 de setembro de 2011
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